terça-feira, 31 de maio de 2011

Projeto: Onde estamos?

O projeto "Onde estamos?", foi trabalhado em forma de maquete, onde os alunos puderam visualizar a localização da escola, quarteirão, bairro e da cidade.
Foi feita uma pesquisa de campo (entrevista) com a Dona Eli, vizinha da escola, sobre como era o bairro Liberdade antigamente. As crianças adoraram as explicações e surgiu uma nova ideia de construirmos outra maquete caracterizando o bairro como era antigamente e como é nos dias atuais.
Professora Gisele.




segunda-feira, 30 de maio de 2011

1ª Feira Literária da Recanto da Alegria – 2011

“O país se faz com homens e livros” Monteiro Lobato

Acreditando que o gosto e o hábito da leitura pode se desenvolver na infância, a escola instituiu este ano a retirada do livro (maiores informações com a direção) e adquiriu recentemente acervo específico contando com 107 novos volumes.

Para comemorar esta aquisição da nossa biblioteca e estimular os pais a contar histórias, faremos a 1ª Feira Literária da Recanto, no período de 30 de maio a 03 de junho de 2011. Teremos como atrações:

• abertura oficial do evento dia 30/05, às 17h com ‘estórias da vovó’, tendo como convidada especial a Dona Eli, umas das primeiras moradoras do nosso bairro.

• contação de histórias ao público (pais e familiares) diariamente às 17h30min, sendo 30/05 profª Madalena, 31/05 profª Tanara, 01/06 profª Giliane e profª Gisele, 03/06 profª Mônica.

• venda de livros.

• realização do cadastro dos alunos no site Clube do Livro, mediante solicitação e autorização dos pais.


Contamos com a presença de todos para apreciar as histórias.

Atenciosamente, Equipe Escolar Recanto da Alegria

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Culinária 27/05/11

Bolo Chocolate de microondas

Ingredientes
Massa:
3 xícaras chá farinha de trigo
2 xícaras de açúcar
½ xícara de óleo
1 xícara de chocolate em pó                                                           
3 ovos
1 colher chá de fermento em pó
1 pitada de sal
Cobertura:
4 colheres sopa de chocolate em pó
2 colheres de açúcar
2 colheres de manteiga
4 colheres de leite
Modo de preparo:
Massa:
Na batedeira, bata a farinha de trigo, açúcar, óleo, chocolate em pó, ovos, e sal. Junte água fervendo e bata até ficar homogênea. Desligue a batedeira e misture o fermento. Coloque no refratário e leve ao microondas em potência alta 8 minutos. Retire-o e deixe descansar por minutos.
Cobertura:
Na tigela refratária, misture todos os ingredientes e leve ao microondas para cozinhar em potência alta 4 minutos. A cada minuto, retire o refratário do forno e mexa a cobertura. Despeje quente sobre o bolo.

Danoninho Caseiro

Ingredientes

1 lata de leite condensado
2 caixas de creme de leite 200 g
1 iogurte natural 200 g
1 pacote de suco sabor morango
Modo de preparo:
Bater tudo no liquidificador e colocar em um recipiente
Levar a geladeira
Se quiser colocar no congelador fica muito bom.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Profissões

A Turma Maternal II está desenvolvendo um trabalho sobre as "Profissões", imaginando o que irão ser quando crescerem. Na roda, falaram sobre o trabalho dos pais e onde querem trabalhar.
Com as peças, construíram o local que desejam trabalhar.
Professora Mônica


 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A busca por culpados dentro das escolas

É no mínimo preocupante assistir ao Jornal Nacional autorizando-se a falar sobre a educação através do ‘especialista’ Gustavo Ioschpe como se fossem juízes, sem nem ao menos analisar as inúmeras relações engendradas neste âmbito. Algumas problematizações devem ser feitas sobre as ‘verdades’ enunciadas em rede nacional.

O Parecer do CNE/CEB n⁰ 20/2009 revisa as diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil, mas, no meu ponto de vista, seu texto aplica-se a todas as modalidades de ensino. O documento afirma que a redução das desigualdades sociais e regionais e a promoção do bem de todos (art. 3º, incisos II e IV da Constituição Federal) são compromissos a serem perseguidos pelos sistemas de ensino. É bastante conhecida no país a desigualdade de acesso à escola entre as crianças brancas e negras, moradoras do meio urbano e rural, das regiões sul/sudeste e norte/nordeste e, principalmente, ricas e pobres, situação constatada através da Blitz na Educação. Além das desigualdades de acesso, também as condições desiguais da qualidade da educação oferecida às crianças configuram-se em violações de direitos constitucionais das mesmas e caracterizam esses espaços como instrumentos que, ao invés de promover a equidade, alimentam e reforçam as desigualdades socioeconômicas, étnico-raciais e regionais, mesmo dentro de um mesmo município. Em decorrência disso, os objetivos fundamentais da República deveriam ser efetivados no âmbito da Educação se as escolas cumprirem plenamente sua função sociopolítica e pedagógica. Cumprir tal função significa, de acordo com o documento mencionado, em primeiro lugar, que o Estado necessita assumir sua responsabilidade na educação coletiva das crianças, complementando a ação das famílias, o que é claro que não está acontecendo. Em segundo lugar, as escolas constituem-se em estratégia de promoção de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, ou deveriam assim ser para oferecer condições às meninas terem outras oportunidades além do serviço doméstico. Em terceiro lugar, cumprir função sociopolítica e pedagógica das escolas implica assumir a responsabilidade de torná-las espaços privilegiados de convivência, de construção de identidades coletivas e de ampliação de saberes e conhecimentos de diferentes naturezas, por meio de práticas que atuam como recursos de promoção da equidade de oportunidades educacionais entre as crianças de diferentes classes sociais no que se refere ao acesso a bens culturais e às possibilidades de vivência da infância, se muitos meninos e meninas não precisassem dar prioridade ao trabalho para ajudar a aumentar a renda familiar. Em quarto lugar, cumprir função sociopolítica e pedagógica requer oferecer as melhores condições e recursos construídos histórica e culturalmente para que as crianças usufruam de seus direitos civis, humanos e sociais e possam se manifestar e ver essas manifestações acolhidas, na condição de sujeito de direitos e de desejos. Significa, finalmente, considerar as escolas na produção de novas formas de sociabilidade e de subjetividades comprometidas com a democracia e a cidadania, com a dignidade da pessoa humana, com o reconhecimento da necessidade de defesa do meio ambiente e com o rompimento de relações de dominação socioeconômica, étnico-racial, de gênero, regional, linguística e religiosa que ainda marcam profundamente o Brasil.

O que mais me indigna é que as reportagens foram tendenciosas, apontando os professores como culpados, sem nem mencionar as obrigações não cumpridas pela República. Fátima Bernardes, Willian Bonner, o ‘especialista em educação’ Gustavo Ioschpe e sua equipe não levaram em consideração a escassez de recursos nas verbas minguadas do governo. O que podemos verificar foi que as escolas que contam com a contribuição espontânea das famílias, espontânea mas bem-vinda quando acontecem, possuem melhores estruturas. Em uma rápida visita, classificaram escolas como ruins, professores como desleixados. Deram um fardo muito pesado, salvar o país, a uma classe pauperizada. Esqueceram que professor não é mágico, não consegue multiplicar seus recursos como o Palloci, feliz, ou infelizmente, nós perdemos esta aula. Professor não é missionário, quer dizer, fez voto de pobreza ao aceitar trabalhar muito recebendo tão, mas tão pouco. Professor não é super-herói para conseguir estar em dois lugares ao mesmo tempo, uma vez que ele precisa realizar mais jornadas de trabalho para espichar o seu salário. Como conseguiria estar simultaneamente dentro da sala dando aula e dentro de uma sala tendo aulas para se atualizar num processo de formação continuada. Sim, professores, precisamos urgentemente de qualidade, de qualidade de educação, de qualidade de condições de trabalho, de qualidade de vida.

Um aspecto positivo apontado nas reportagens foi a necessidade de apoio da família para o sucesso escolar. Isso não há dúvida. Contudo os papéis devem ser reforçados. Se cada um cumprisse a sua função: família educasse e acompanhasse a vida escolar de seus filhos, escola trabalhasse as capacidades para o pleno desenvolvimento dos alunos, governo desse o suporte para que a aprendizagem acontecesse, certamente não teríamos a situação atual.

Deixo alguns questionamentos para que possamos continuar refletindo e não sejamos conduzidos pela mídia. Será que vão nos pedir para investir nossos honorários para oferecer as melhores condições para que as crianças usufruam de seus direitos civis, humanos e sociais? Os direitos constitucionais das crianças estão sendo violados pela República e quem está sendo crucificado?

Camila de Souza

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Berçário I


O Berçário I curtindo e explorando a pracinha.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Hora do conto: O leão e os dois caçadores




Esta fábula fala da importância de se ter um amigo verdadeiro, que nos ajuda em todas as horas.
Professora Gisele

domingo, 15 de maio de 2011

Berçário II Manhã

O Berçário II manhã, realizou o seu trabalho sobre a Páscoa. Primeiramente conversamos sobre este tema, cantamos músicas do coelhinho e desenhamos, após colamos  algodão no coelho. Logo brincamos de pular como o coelhinho.
Todos se divertiram muito!
Professora Madalena
SOPHIA
IZABELLA

FELIPE
LUCAS TEODORO